materiais compósitos, recorrendo a tec-nologias no estado de arte, investimen-to que alcança os

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  • PortugalglobalPense global pense Portugal

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    Carlos Santos FerreiraPresidente do Millennium bcp Crescer numa conjuntura desafiante 24 Indstria aeronuticaA dinmica de um novo cluster em Portugal 6

    LbiaUm mercado promissor 36

    EmpresasA estratgia do Grupo Pinto Basto, CME, NDrive e Self Energy 30

    http://www.portugalglobal.pt

  • http://www.globalparques.ptmailto:globalfind@globalparques.pt

  • sumrioAbril 2009 // www.portugalglobal.pt

    Destaque // 6A indstria aeronutica em Portugal e o seu crescimento numa dinmica de cluster impulsionado pelos investimentos da Embraer anunciados para vora o destaque desta edio da Portugalglobal. Num dossier em que so analisadas as potencialidades do sector no nosso pas, poder tambm ler uma entrevista a Luiz Fernando Fuchs, presidente da empresa brasileira de construo aeronutica para a Europa.

    Entrevista // 24O presidente do Millennium bcp, Carlos Santos Ferreira, revela, em entrevista, que a expanso do banco vai prosseguir em 2009, quer no mercado interno quer nos mercados em que est presente, apesar da actual conjuntura econmica e financeira que classifica de desafiante.

    Empresas // 30Grupo Pinto Basto: mercados projectam negcio familiar.CME: dinmica de grupo gera sucesso.NDrive: na crista da onda.Self Energy: uma nova energia.

    Mercado // 36A Lbia apresenta-se actualmente como um mercado promissor para as empresas portuguesas. O incremento do relacionamento econmico com este pas do norte de frica de reconhecida importncia para Portugal.

    Opinio // 46Um artigo de Armindo Monteiro, presidente da ANJE (Associao Nacional de Jovens Empresrios), sobre a necessidade de expanso das empresas portuguesas para o exterior.

    Para alm dos negcios // 48Caracas.

    Notcias // 49

    Anlise de risco por pas COSEC // 50

    Estatsticas // 54Investimento directo e exportaes.

    Feiras // 56

    aicep Rede Externa // 58

    Bookmarks // 60

    http://www.portugalglobal.pt

  • O tema da aeronutica encontra-se ne-cessariamente presente na edio de Abril da Portugalglobal por duas razes. A primeira, tem que ver com o recente lanamento do Plano de Qualificao para o Sector Aeronutico, cujo primeiro workshop teve lugar em finais de Maro, nas instalaes da AICEP em Lisboa. A se-gunda, porque a aeronutica mundial-mente considerada como uma indstria de elevado interesse estratgico, sendo portanto de interesse nacional o seu de-senvolvimento, no s por estar associa-da dinmica de uma cultura industrial de futuro, particularmente inovadora e competitiva, mas por comear a haver, em termos de tecido empresarial portu-gus, massa crtica de empresas, nas mais diversas reas tecnolgicas, favorvel criao de um cluster nacional do sector.

    Embora em Portugal a indstria aeronu-tica tenha ainda uma expresso reduzida, em termos comparativos, casos concretos e projectos no faltam. Para citar apenas alguns entre os consolidados e os que surgiram em Portugal nos ltimos anos, a que a Portugalglobal faz referncia:

    A Embraer (projectos de excelncia anunciados para vora pela terceira maior construtora de jactos comerciais do mundo e a maior exportadora bra-sileira de produtos de alta tecnologia); a OGMA (forte aposta na produo da mais antiga e maior empresa que te-mos no pas); o Grupo Vangest (inves-tiu numa nova unidade de produo de peas de avio de maquinao de alta velocidade); a Lauak (unidades de pro-duo de componentes e de monta-gem de aeroestruturas); mas tambm a IMPL (uma pequena empresa familiar tecnologicamente bem apetrechada

    e inovadora, que fabrica maquinados para a aeronutica e o nuclear).

    Um ponto comum e muito positivo entre as empresas de vocao aeronutica em territrio nacional o facto de disporem de elevado know-how em engenharia e capacidade tcnica, motivao e dis-ponibilidade para apostarem no sector aeronutico estando disponveis para formarem um verdadeiro cluster e o nmero significativo de unidades com certificaes ISO 9001, o que facilita o processo de certificao para as AS 9100. Contudo, a AICEP no identifi-cou apenas os pontos fortes do merca-do, mas tambm os que falta colmatar, como sejam a qualificao de recursos humanos (esforo que o IEFP est a de-senvolver e que exigiu a introduo no Catlogo Nacional de Qualificaes de duas novas qualificaes e a reformula-o de trs existentes) e o Plano de Sen-sibilizao e Qualificao de Fornecedo-res na rea do Engineering & Tooling.

    Com o Plano de Qualificao preten-de-se posicionar Portugal, no contexto global, como um pas de excelncia para o fornecimento de componentes de valor acrescentado com alta intensi-dade tecnolgica. Por ltimo, gostaria de reafirmar que as empresas podero contar com a AICEP como um verda-deiro parceiro neste projecto, seja para operacionalizar iniciativas que tornem o cluster aeronutico nacional uma realidade, seja para dinamizar investi-mentos, nacionais ou estrangeiros, que contribuam para o desenvolvimento das competncias nacionais e para o crescimento econmico de Portugal. BASliO hORtAPresidente da AICEP

    EDITORIAL

    // Dezembro 08 // Portugalglobal4

    Revista PortugalglobalAv. 5 de Outubro, 101

    1050-051 LisboaTel.: +351 217 909 500Fax: +351 217 909 578

    Propriedadeaicep Portugal Global

    OPorto Bessa Leite ComplexR. Antnio Bessa Leite, 1430 2

    4150-074 Porto Tel.: +351 226 055 300Fax: +351 226 055 399NIFiscal 506 320 120

    Comisso ExecutivaBaslio Horta (Presidente), Jos Abreu Aguiar,

    Jos Vital Morgado, Luis Florindo, Rui Boavista Marques

    DirectoraAna de Carvalho

    ana.carvalho@portugalglobal.pt

    RedacoCristina Cardoso

    cristina.cardoso@portugalglobal.pt

    Jos Escobar

    jose.escobar@portugalglobal.pt

    Vitor Quelhas

    vitor.quelhas@portugalglobal.pt

    Colaboram neste nmeroArmindo Monteiro, Carlos Santos Ferreira, Direco de Informao da AICEP, Direco Internacional da COSEC, Joo Rodrigues,

    Joaquim Menezes, Jos Rui Marcelino, Luiz Fernando Fuchs, Representao da AICEP

    na Venezuela, Rui Aleixo.

    Fotografia e ilustrao 2009 Embraer S.A., Fotolia, Frankfurt Messe,

    Libyan Tourism, OGMA - Indstria Aeronutica de Portugal S.A., Rodrigo Marques.

    Publicidade revista@portugalglobal.pt

    SecretariadoHelena Sampaio

    helena.sampaio@portugalglobal.pt

    AssinaturasREGISTE-SE AQUI

    Projecto grficoaicep Portugal Global / Imagem

    Paginao e programaoRodrigo Marques

    rodrigo.marques@portugalglobal.pt

    ERC: Registo n 125362

    As opinies expressas nos artigos publicados so da res-

    ponsabilidade dos seus autores e no necessariamente

    da revista Portugalglobal ou da aicep Portugal Global.

    A aceitao de publicidade pela revista Portugalglobal

    no implica qualquer compromisso por parte desta

    com os produtos/servios visados.

    Sector aeronutico em crescimento

    mailto:ana.carvalho@portugalglobal.ptmailto:cristina.cardoso@portugalglobal.ptmailto:jose.escobar@portugalglobal.ptmailto:vitor.quelhas@portugalglobal.ptmailto:revista@portugalglobal.ptmailto:helena.sampaio@portugalglobal.pthttp://a.icep.pt/form_registoNovoLeitor.aspmailto:rodrigo.marques@portugalglobal.pt

  • Afc_DirCCILF_210x297D_PS 4/21/09 6:39 PM Page 1

    http://www.bes.pt/?labelid=hcEmpresashttp://www.bes.pt/?labelid=hcEmpresas

  • A indstria portuguesa da aeronutica prepara-se para jogar segundo as duras regras do mercado europeu e global, cada vez mais marcado pela necessidade de clusterizao, crescimento, sustentabilidade, inovao e competitividade. As mais-valias financeiras, tecnolgicas e industriais para Portugal so atractivas e esto a mobilizar, numa dinmica de cluster, apoios, investimentos e empresas, assim como novos actores do sector, como sejam os centros de saber, investigao e desenvolvimento.

    indstria aeronutica faz-se pista

  • DESTAQUE

    Portugalglobal // Abril 09 // 7

    O universo da indstria aeronutica na-cional, que at h poucos anos contava apenas com duas grandes empresas l-deres a OGMA e a TAP ME est a diversificar-se e a criar novas empresas, tecnologicamente cada vez mais espe-cializadas e de nicho, gerando sinergias e ganhando mercado interno e externo, como prestador de servios, fabricante

    Em 2005, a Embraer Empresa Brasileira de Aeronutica, S.A., entra no capital da OGMA, passando a indstria aeronuti-ca portuguesa a contar com a parceria de um dos maiores fabricantes mundiais da aeronutica civil e militar. O acordo de cooperao industrial entre a OGMA, a Embraer e o Estado portugus, teve como objectivo o desenvolvimento es-tratgico da indstria aeronutica no pas, ficando a OMGA (que se dedica manuteno de aeronaves e motores, assim como ao fabrico de componentes e ao suporte logstico e de engenharia) bem posicionada no projecto de ex-panso das competncias aeronuticas nacionais e no programa de desenvol-vimento e inovao industrial nacional. Estava dado o primeiro passo para serem criadas as condies adequadas para fortalecer as capacidades da indstria aeronutica portuguesa, acelerar o seu desenvolvimento tecnolgico e formar a mo-de-obra qualificada a todos os n-veis o que constitui a imagem de mar-ca deste sector.

    e fornecedor. Neste contexto, as PME tm tido um papel cada vez mais activo na indstria, dispondo da flexibilidade e da criatividade necessrias agiliza-o do desenvolvimento tecnolgico do sector. A indstria aeronutica na-cional caracterizada por um conjunto de fornecedores (que integram cada vez mais a engenharia de produto) de estruturas aeronuticas e aeronaves, como a Listral, DynAero e em parte a Lauak, e de prototipagem, componen-tes e peas maquinadas, como a Lauak, a IMPL ou a Distrim 2, participada do grupo Vangest.

    Em 2008, celebra-s

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