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Governo do Estado do Rio Grande do Sul Secretaria Estadual do Meio Ambiente

Projeto RS Biodiversidade

MANUAL DE BOAS PRTICAS PARA O MANEJO E CONSERVAO DE ABELHAS NATIVAS (MELIPONNEOS)

Sidia Witter Patricia Nunes-Silva

1 Edio

Porto Alegre (RS) 2014

Fundao Zoobotnica do Rio Grande do Sul

MANUAL DE BOAS PRTICAS PARA O MANEJO E CONSERVAO DE ABELHAS NATIVAS - MELIPONNEOS

Publicao do Projeto RS Biodiversidade

Governador do Estado do Rio Grande do SulTARSO GENRO

Secretrio do Meio AmbienteNEIO LCIO PEREIRA

Secretrio Adjunto do Meio AmbienteLUIS FERNANDO PERELLO

Presidente da Fundao Zoobotnica do Rio Grande do Sul (FZB)ARLETE IEDA PASQUALETO

Diretor Executivo do Museu de Cincias NaturaisCLAIRTON VALENTIM MNICA

PROJETO RS BIODIVERSIDADE

Coordenador Geral DENNIS NOGAROLLI MARQUES PATROCNIO

Coordenadora TcnicaJOANA BRAUN BASSI

Assessora administrativo- financeira ANA CAROLINA FREITAG

Consultora/Assessora de EventosBRUNA PAIVA SERRANO

Consultora/Assessora AdministrativaCRISTIANI FINKLER

Consultora/Assessora Tcnica LETCIA CASAROTTO TROIAN

Consultora/Assessora em Aquisies ROSNIA MARIA BRUSCHI

Coordenador Emater ANTNIO BORBA

Coordenadora FepamSLVIA PAGEL

Coordenadora FZBLUIZA CHOMENKO

Assessor Tcnico FZBFELIPE AMARAL

MANUAL DE BOAS PRTICAS PARA O MANEJO E CONSERVAO DE ABELHAS NATIVAS - MELIPONNEOS

Publicao do Projeto RS Biodiversidade

Organizao e texto: Sdia Witter e Patrcia Nunes-Silva Reviso: Vera Lcia Imperatriz-Fonseca

Projeto editorial e edio: Gelcira Teles, jornalista, MTE/RS 6790Projeto grfico e diagramao: Jean Carlos, nclud design

Fotos: Bernadete Radin, Betina Blochtein, Cleiton Jos Geuster, Cristiano Menezes, Dieter Wit-tmann, Dilton Castro, Dirk Koedam, Favzia Freitas de Oliveira, Fernando Dias, Ingrid Heydrich,

Josy Zarur de Matos, Juliana Galaschi Teixeira, Letcia Azambuja Lopes, Marilda Cotopassi-Laurino, Patrcia Nunes-Silva, Rafael Gehrke, Ricardo Ott, Sidia Witter, Tom Wensleers,

Vania Maria Ambrosi SpanzerlaIlustraes do autor: Ronaldo Gemarasca da Silva, Flavia Tirelli

Ilustraes na fonte: Oliveira et al. 2013; Venturieri, 2008

permitida a reproduo desta obra para fins no comerciais, desde que citada a fonte. Esta per-misso no se aplica s fotos, que foram cedidas exclusivamente para esta publicao.

DADOS INTERNACIONAIS DE CATALOGAO NA PUBLICAO (CIP)

W829m Witter, Sidia Manual de boas prticas para o manejo e conservao de abelhas nativas (meli-ponneos) / Sidia Witter, Patricia Nunes-Silva. 1. ed. - Porto Alegre: Fundao Zoo-botnica do Rio Grande do Sul, 2014

141 p. : il. color. ; 21 x 14 cm.

Publicao do Projeto RS Biodiversidade.

1. Apicultura - Rio Grande do Sul. 2. Meliponicultura. 3. Bioconservao - Rio Gran-de do Sul. 4. Mel - Produo. 5. Agricultura familiar. I. Nunes-Silva, Patricia. II. Projeto RS Biodiversidade. III. Ttulo.

ISBN 978-85-60378-10-4 CDU 638.1(816.5)

Bibliotecria: Priscila Medeiros Mattos - CRB-10/1366

AGRADECIMENTOS

Nosso amplo agradecimento

Luiza Chomenko, biloga e coordenadora do RS Biodiversidade na FZB, pela conduo dos vrios aspectos que concorreram para o bom andamento e concluso dos trabalhos;

Arlete Ieda Pasqualeto, presidente da FZB, e Clairton Valentim Mnica, diretor do Museu de Cin-cias Naturais, por proporcionarem apoio de logstica e infraestrutura necessrias, para o completo desenvolvimento dos trabalhos;

professora Vera Lcia Imperatriz-Fonseca, pela colaborao nas discusses, recomendaes e re-viso dos textos;

UGP - Unidade de Gerenciamento do Projeto RS Biodiversidade, pelo apoio na realizao deste trabalho, sem o qual no se teriam atingido os resultados obtidos;

Ao Ronaldo Gemerasca da Silva da FZB, pela pacincia e apoio dedicados preparao das ilus-traes includas neste manual;

Flavia Tirelli, pela eterna parceria na elaborao de ilustraes para materiais didticos destinados aos meliponicultores e agricultores no Rio Grande do Sul;

Ao pesquisador Giorgio Venturieri, da Embrapa Amaznia Oriental, pela autorizao de uso da ima-gem sobre o ciclo de vida das abelhas sem ferro;

Aos fotgrafos Bernadete Radin, Betina Blochtein, Cleiton Jos Geuster, Cristiano Menezes, Dieter Wittmann, Dilton Castro, Dirk Koedam, Favzia Freitas de Oliveira, Fernando Dias, Ingrid Heydrich, Josy Zarur de Matos, Juliana Galaschi Teixeira, Letcia Azambuja Lopes, Marilda Cotopassi-Laurino, Patrcia Nunes-Silva, Rafael Gehrke, Ricardo Ott, Sidia Witter, Tom Wensleers, Vania Maria Ambrosi Spanzerla, pela disponibilizao das imagens que so fundamentais para melhor compreenso dos textos desse manual;

pesquisadora da FZB, Aline Barcellos Prates dos Santos, pela disponibilizao de uso do Banco de Dados da FZB para elaborao da lista de espcies de meliponneos do Rio Grande do Sul;

Diretora do Instituto de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais da PUCRS, Betina Blochtein, pela disponibilizao de uso do Banco de Dados da PUCRS para elaborao da lista de espcies de meli-ponneos do Rio Grande do Sul;

Ao pesquisador Rafael Gehrke pelo apoio e troca de experincias;

Aos produtores Oli Oliveira e Augusto Santos Oliveira, de Santana da Boa Vista, pelo apoio e recepo em sua propriedade aos alunos e pesquisadores da FZB para desenvolvimento de atividades de pesquisa relacionadas identificao de ninhos nativos de abelhas sem ferro;

Ao estudante de agronomia da UFRGS, Dennis Henrique Plangg Geist, pela dedicao no estudo sobre substratos de nidificao de meliponneos - que contribuiu para a identificao das espcies nativas que ocorrem na Serra do Sudeste;

jornalista Gelcira Teles, consultora do RS Biodiversidade, pelo criterioso trabalho de projeto edito-rial, edio e finalizao deste manual.

bibliotecria Priscila Fernandes Medeiros, da FZB, pela reviso e normalizao das referncias deste manual.

Ao BIRD - Banco Mundial e GEF - Fundo Global de Meio Ambiente, pelo apoio financeiro realizao deste trabalho.

LISTA DE FIGURASFigura 1 - Mapa de distribuio geogrfica dos Meliponini (Oliveira et al., 2013) baseado em Sakagami, 1982.

Figura 2 - Perna de meliponneo Melipona bicolor schencki: A) Operria mostran-do a corbcula; B) Macho sem corbcula; C) Rainha sem corbcula. Foto: Favzia Freitas de Oliveira.

Figura 3 - Entrada do ninho de manduri (Melipona obscurior). Foto: Dilton Castro.

Figura 4 - Ninhos de meliponneos: A) Guaraipo em oco de rvores; B) Mirim mosquito em fendas de rochas; C) Irapu constri ninhos areos nos galhos das rvores; D) e E) Bieira nidifica no solo. Fotos: Dieter Wittmann, Juliana Galaschi Teixeira e Fernando Dias.

Figura 5 - Resina utilizada por meliponneos: A) Transportada por guaraipo para o ninho; B) Depositada na entrada do ninho de guaraipo para defesa contra for-migas; C) Depositada na entrada do ninho de mandaaia; D) Depsito em ninhos de mirim. Fotos: Letcia Azambuja Lopes, Fernando Dias e Sidia Witter.

Figura 6 - Meliponneos misturam: A) Prpolis, B) Cera e formam C) Cerume, ma-terial utilizado para construo dos ninhos. Fotos: Letcia Azambuja Lopes, Tom Wenseleers e Fernando Dias.

Figura 7 - Barro utilizado por espcies de Melipona na construo da entrada dos ninhos: A) Entrada de ninho nativo de guaraipo; B) Entrada de ninhos de man-daaia estabelecido em armadilhas. Fotos: Fernando Dias e Cristiano Menezes.

Figura 8 - Ninho de meliponneo: A) Mostrando somente o batume e a entrada; B) Mostrando o batume, a entrada e os potes de alimento; C) Ninho completo mostrando todas as estruturas, entrada, batume, potes de alimentos, invlucro e favos de cria. Esquema de Ronaldo Gemarasca da Silva adaptado de Posey & Camargo, 1985.

Figura 9 - Entradas de ninhos de meliponneos: A) Plebeia emerina; B) Plebeia saiqui; C) Plebeia nigriceps; D) Plebeia droryana. Fotos: Fernando Dias e Rafael Gehrke.

Figura 10 - Entradas de ninhos de meliponneos: A) Nannotrigona testaceicor-nis; B) Tetragonisca fiebrigi; C) Tetragona clavipes; D) Scaptotrigona bipunctata.

Fotos: Cristiano Menezes, Cleiton Jos Geuster, Fernando Dias e Betina Blochtein.

Figura 11 - Entrada de ninhos de meliponneos: A) Melipona bicolor schencki; B) Melipona obscurior; C) Melipona quadrifasciata. Fotos: Fernando Dias e Cleiton Jos Geuster.

Figura 12 - Entradas de ninhos de meliponneos: A) Schwarziana quadripunctata; B) Mourela caerullea; C) Paratrigona subnuda; D) Trigona spinipes. Fotos: Fernan-do Dias, Juliana Galaschi Teixeira e Marilda Cortopassi-Laurino, Ricardo Ott.

Figura 13 - Viso superior do batume em colmeia de meliponneo. Foto: Marilda Cortopassi-Laurino.

Figura 14 - Vista superior do ninho de meliponneo: A) Potes de alimentos; B) Fa-vos de cria. Foto: Cleiton Jos Geuster.

Figura 15 - A) Favo de cria horizontal de mirim; B) Favo horizontal de guaraipo; C) Favo em cacho de Leurotrigona. Fotos: Letcia Azambuja Lopes, Cleiton Jos Geuster e Cristiano Menezes.

Figura 16 - Postura do ovo de meliponneo em clula de cria. Foto: Letcia Azam-buja Lopes.

Figura 17 - A) Favos de meliponneos com abertura superior do invlucro para visualizar as clulas de cria; B) Favo com invlucro incompleto tpico de mirim guau com cordes; C) Viso superior do ninho de mirim mosquito, espcie que no apresenta invlucro. Fotos: Letcia Azambuja Lopes e Fernando Dias.

Figura 18 - Indivduos presentes em uma colnia de guaraipo (Melipona bicolor schencki): A) Operria; B) Macho; C) Rainha. Foto: Favzia Freitas de Oliveira.

Figura 19 - Pr

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