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HGRS

28/09/2016 Manual de operao HGRS

Este documento exibe as orientaes de instalao e

configurao do instrumento. Maiores informaes

devem ser buscadas consultando nosso departamento

tcnico.

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HGRS M A N U A L D E O P E R A O H G R S

Sumrio

1. SEGURANA ..................................................................................................... 2

1.0 PRINCIPAIS CARACTERISITICAS ................................................................. 2

2. INSTALAO .................................................................................................... 3

2.1 CONDIES DE FUNCIONAMENTO ............................................................. 4

3. PROFUNDIDADE DE INSERO DA SONDA ................................................. 4

4. PREPARAO DA TOMADA DE MEDIO .................................................... 5

4.1 CONDIES AMBIENTAIS ............................................................................. 6

4.2 CONEXO ELTRICA ..................................................................................... 6

4.3 TERMINAIS DE LIGAO (ALIMENTAO DE ENERGIA) .......................... 6

4.4 COMUNICAO DIGITAL ............................................................................... 7

4.4.1 PROTOCOLO HART ................................................................................... 7

4.5 TERMINAIS DE CONEXO ............................................................................. 7

4.6 VERIFICAES PRELIMINARES ANTES DA INICIALIZAO .................... 8

4.7 INICIALIZAO (START-UP) - COMISSIONAMENTO ................................... 8

4.7.1 UTILIZANDO O MENU ................................................................................ 8

4.7.2 PARAMETRIZAO VIA DISPLAY. ........................................................... 8

5. ESPECIFICAES .......................................................................................... 14

5.1 ALIMENTAO ............................................................................................. 14

5.2 SADA DE SINAL: 4-20 MA (ATIVA) ............................................................. 14

5.3 SONDA ........................................................................................................... 14

5.4 DISPLAY E CAIXA DE LIGAES ............................................................... 14

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1. SEGURANA Antes da montagem e colocao em funcionamento, ler atenciosamente este manual!

O manual uma parte importante do produto e deve ser conservado para utilizao posterior.

Por razes de clareza, o manual no contm todas as informaes detalhadas sobre todos os

modelos do produto e tampouco pode considerar todos os casos imaginveis de montagem,

funcionamento ou manuteno.

Se desejar mais informaes ou se surgirem problemas que no foram tratados neste manual,

poder obter as informaes necessrias junto ao fabricante.

O produto foi fabricado de acordo com as regras tcnicas atualmente vigentes e apresenta uma

operao segura. Ele foi testado e saiu da fbrica em perfeito estado tcnico de segurana. Para

manter este estado durante o tempo de operao, necessrio observar e obedecer s

instrues do manual.

Alteraes e reparos no produto podem ser efetuados apenas quando isso expressamente

permitido no manual.

Somente a observncia de todos os avisos e instrues de segurana deste manual garante a

proteo ideal do pessoal e do meio ambiente bem como o funcionamento seguro e sem falhas

do produto.

1.0 PRINCIPAIS CARACTERISITICAS

Tamanho reduzido, leve e de estrutura simples

Sem partes mveis

Baixa Perda de carga

Elevada exatido

Boa repetitividade

Ampla faixa de medio.

Ajuste de amortecimento (Damping)

Display em LCD retro iluminado por Led

Alimentao por corrente alternada ou por corrente contnua. Portanto podendo ser

alimentado por (85 a 230) VAC ou por fonte de 24 VDC

Sada analgica padro (4-20) mA DC.

Comunicao Modbus RS485

Duas sadas de contato

Sada de pulsos (0 a 5000) Hz

Instalao por insero em tubulaes

Indicao eletrnica integral (padro) ou remota.

Aplicaes em diversas reas como petroqumicas, indstrias qumicas, indstrias

farmacuticas, usinas trmicas, de proteo ambiental entre outras.

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2. INSTALAO Instrues gerais de montagem

Os seguintes pontos devem ser observados na montagem:

Buscar a melhor montagem sem tenso mecnica (toro, flexo) e somente com

as juntas de vedao apropriadas.

Utilizar juntas de vedao fabricadas com material compatvel com a substncia de

medio e com a sua temperatura.

As juntas de vedao no podem avanar na zona de medio, visto que eventuais

sobreposies podem influenciar a exatido da medio.

Remover acabamentos nos prensa-cabos somente na montagem dos cabos

eltricos.

Tenha em ateno o assento correto da junta de vedao da tampa da carcaa.

Fechar cuidadosamente as tampas.

O transmissor de medio deve ser montado num local menos sujeito a vibraes.

No expor o transmissor nem o sensor de medio irradiao solar direta; se

necessrio, prever uma proteo solar.

O instrumento deve ser instalado com distncia mnima recomendada nas

ilustraes a seguir com respeito a obstrues como cotovelos, redutores, vlvulas

de modo a garantir condies de fluxo constante.

Geralmente, uma tubulao a montante deve estar igual ou maior a 10 vezes o

valor do dimetro (D) nominal da tubulao e buscar ao menos 5 vezes de valor

nominal a jusante.

Observar as ilustraes a seguir para melhor entendimento.

FIGURA 1-ILUSTRAES DE SITUAES COMUMENTE APLICADAS

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TABELA 1-VALOR MULTIPLICADOR PARA TRECHOS ADJACENTES AO INSTRUMENTO

Numero Tipo de instalao Montante Jusante

1 e 2 Instalao na Horizontal ou aps curvas 10D 5D

3 Aps redues e anterior a ampliaes 15D 5D

4 e 5 Aps vlvulas de controle ou antes de redues 20D 5D

6 A jusante de bombeamentos 30D 5D

2.1 CONDIES DE FUNCIONAMENTO Se as condies do local no cumprirem os requisitos para a seo de tubo reto uma soluo

a utilizao de retificador de fluxo no intuito de reduzir significativamente os requisitos para seo

de tubo reto.

Ateno: Ao instalar o medidor observar que o sensor mais curto deve estar alinhado com o

eletrodo de difuso trmica em relao ao sentido de fluxo. Observar a figura a seguir.

FIGURA 2-OBSERVAO QUANTO A POSIO INSTALAO DO SENSOR EM RELAO AO FLUXO

3. PROFUNDIDADE DE INSERO DA SONDA A velocidade do fluxo de vazo na tubulao em cada ponto bem diferente. Em geral a

velocidade menor ao se aproximar a parede do tubo e muito alta no centro da tubulao.

O medidor termal realiza a medio da velocidade de vazo.

A vazo calculada pelo produto da rea da circunferncia interna do tubo pela velocidade.

= 2

Legenda: Q - Vazo Mssica

R - Raio da circunferncia da tubulao

V - Velocidade do fludo

A preciso da medio est diretamente relacionada a profundidade de insero da sonda. A

sonda deve estar instalada a de profundidade em relao ao dimetro nominal da tubulao.

Exemplo: Tubulao de 1000mm com sonda de 500mm. A profundidade deve ser de 1000/4 ou

seja, 250mm.

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4. PREPARAO DA TOMADA DE MEDIO 1) A tubulao deve ser perfurada com dimetro de (20 a 22) mm. Feito isto um niple de solda

com rosca para niple de deve ser soldado a tubulao.

FIGURA 3-DETALHE DA SOLDA AO NIPLE

FIGURA 4-ILUSTRAO DE INSTALAO

2) Ateno ao instalar a vlvula esfera.

a) A sede e fita de vedao deve ser de material compatvel ao processo

Temperatura do processo Material das vedaes

100C Nylon e fitas de teflon

>100C Cobre e fitas de vedaes para esta temperatura

3) Inserindo o medidor de vazo: Abrir a vlvula esfera, inserir a sonda do medidor e apertar o

conector.

FIGURA 5-ILUSTRAO DE INSTALAO DO SENSOR

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4) Removendo o medidor de vazo: afrouxar o aperto do conector, remover o medidor de vazo

e fechar a vlvula esfera.

5) Insero necessria para a medio: Prestar ateno ao comprimento de insero esta deve

ser o valor recomendado sendo obtido subtraindo o valor de B ao valor de A. ( D=A-B)

4.1 CONDIES AMBIENTAIS

Temperatura de operao: de (-20 a +70) C

Temperatura de armazenamento: (-20 a +120) C

4.2 CONEXO ELTRICA

A. Desligue a fonte de alimentao.

B. Abra a tampa traseira do invlucro.

C. Realize a instalao como recomendado na figura a seguir

4.3 TERMINAIS DE LIGAO (ALIMENTAO DE ENERGIA)

Ateno: No interligue a alimentao eltrica aos terminais com energia presente, esta ao pode danificar os diodos de proteo.

FIGURA 6-BORNEIRA DE INTERLIGAO ELTRICA

TABELA 2-DESCRIO DA BORNEIRA DE INTERLIGAES

Item Descrio

ALARM1 e ALARM2 Sada de contato discreto

AC